Escola de Nova York, pintura de ação e Color Field

Os 50 principais pintores expressionistas abstratos: Pollock, Rothko, Krasner e De Kooning

Um guia para entender a energia Pollock, campos Rothko, força Krasner, De Kooning, Kline, Newman, Still, Frankenthaler e Mitchell.

O expressionismo abstrato moveu o centro da arte moderna para Nova York depois de 1945. a tela não é mais apenas uma imagem: torna-se um evento, uma superfície de luta, silêncio, cor ou presença A pintura de ação, Campo de cores, abstração lírica, colagem, escultura e legados internacionais compõem aqui uma história em 50 artistas.

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Jackson Pollock, figure majeure de l’expressionnisme abstrait

Antes da grelha

Por que o expressionismo abstrato continua sendo um choque visual

O movimento reúne dois grandes impulsos: de um lado gesto, acidente, velocidade e matéria; de outro o campo colorido, meditação, silêncio e imersão Pollock, De Kooning ou Kline fazem da pintura uma ação, enquanto Rothko, Newman ou Still transformam a cor em um espaço quase metafísico.

Este Top 50 não se limita à narrativa heróica masculina Integra Krasner, Frankenthaler, Mitchell, Hartigan, Sobel, Sterne, Fine, Godwin, Gechtoff ou DeFeo, bem como extensões canadenses, francesas, japonesas e chinesas ligadas à abstração gestual ou lírica Robert Motherwell, Michael Goldberg, Jules Olitski e outras figuras importantes permanecem referências do contexto, mesmo quando não estão no mapa por falta de um visual utilizável estável.

Top 1 a 10

Escola de Nova York: gesto, campo colorido e ruptura

O primeiro bloco reúne as figuras que dão ao expressionismo abstrato seu peso histórico: Pollock, Rothko, De Kooning, Krasner, Kline, Newman, Still, Gorky e Hofmann.

Classificações 11 a 20

Mulheres, segunda geração e pintura de ação

Esta seção enfatiza a vitalidade do gesto, as longas trajetórias subestimadas e as passagens entre abstração, figura e cor.

Classificações 21 a 30

Símbolos, biomorfismo e Campo de Cores

De formas orgânicas a campos coloridos, esses artistas abrem o expressionismo abstrato à espiritualidade, à mancha, à cor e ao espaço.

Classificações 31 a 40

Colagem, escultura e cenas periféricas

O movimento não se limita ao grande gesto heróico: colagem, escultura, material, Costa Oeste e figuras femininas ampliam a história.

Classificações 41 a 50

Extensões internacionais e legados líricos

O último bloco conecta Nova York a extensões canadenses, francesas, japonesas e chinesas de abstração gestual e lírica.

Método

Como os 50 artistas foram selecionados

A seleção parte do núcleo histórico da Escola de Nova York, depois se expande para as mulheres do movimento, a segunda geração, Campo de Cores, escultura ligada ao expressionismo abstrato e extensões internacionais da abstração gestual.

A regra do link permanece a mesma: artistas que morreram em 1956 ou antes referem-se a uma coleção interna; artistas que morreram depois de 1956, ou que ainda estão vivos, referem-se à Wikipédia.

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Por onde começar?

Para a pintura de ação, comece com Pollock, De Kooning, Krasner, Kline, Guston e Mitchell Para Color Field, olhe para Rothko, Newman, Still, Frankenthaler, Louis e Noland Para trajetórias menos esperadas, explore Sobel, Lewis, Delaney, Sterne, Fine, Gechtoff ou DeFeo.

Se você gosta de pontes internacionais, Riopelle, Borduas, Soulages, Mathieu, De Staël, Sugaï e Zao Wou-Ki mostram como o gesto abstrato circula além de Nova York.

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Guias, rankings e referências

A web como um evento

O expressionismo abstrato mudou a forma como olhamos para uma pintura: não mais apenas como uma janela, mas como uma presença física, um espaço de projeção, choque ou contemplação.

De Pollock a Zao Wou-Ki, de Rothko a Mitchell, este Top 50 mostra um movimento plural: heróico às vezes, íntimo muitas vezes, atravessado por gesto, cor, corpo, memória e silêncio.

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