Os mestres da natureza

Os 100 principais pintores de paisagens famosos: os mestres da natureza

De Patinir a Turner, de Ruisdael a Monet, de Friedrich a Georgia O'Keeffe, este guia reúne cem artistas não asiáticos que fizeram da paisagem um importante território da pintura.

A paisagem não é apenas um cenário Pode ser uma visão de mundo, uma meditação, uma memória nacional, uma experiência de luz ou uma abstração da natureza Este Top 100 agora se concentra nas tradições européias, americanas e da Oceania: Flandres, Idade de Ouro Holandesa, classicismo, romantismo, Barbizon, impressionismo, espaços abertos americanos, Canadá, Austrália e paisagens modernas.

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J. M. W. Turner, maître du paysage et de la lumière

Antes da grelha

Por que os pintores de paisagem importam tanto

Na história da arte, a paisagem é considerada há muito tempo um pano de fundo, No entanto, assim que se torna o assunto principal, revela outra ambição: compreender o lugar do homem na natureza, observar a luz, organizar o espaço, traduzir o clima, ou dar uma forma visível ao silêncio.

Este ranking não segue apenas a fama Ele compara tradições paisagísticas não asiáticas: escolas flamengas e holandesas, vedute italiana, romantismo britânico e alemão, Hudson River School, Barbizon, impressionismo, simbolismo nórdico, modernidades americanas e abordagens contemporâneas da paisagem.

Top 1 a 20

Flandres, Idade de Ouro Holandesa e paisagem clássica

A paisagem torna-se um mundo autónomo: horizontes flamengos, céus holandeses, vedute italiano, natureza idealizada e os primeiros grandes mestres britânicos.

Classificações 21 a 40

Vedute, Romantismo e Escola do Rio Hudson

Veneza, Roma, os Alpes, as florestas alemãs e o Novo Mundo conferem à paisagem uma escala espectacular e espiritual.

Classificações 41 a 60

Barbizon, impressionismo e pós-impressionismo

A pintura sai para os campos, nas margens, em frente aos céus em mudança: a paisagem torna-se luz, estação, sensação e cor.

Classificações 61 a 80

Rússia, América, Canadá, Austrália e modernidades

Florestas russas, mares americanos, lagos canadenses e luz australiana abrem a paisagem para identidades nacionais muito fortes.

Classificações 81 a 100

Abstração, deserto, memória e paisagem contemporânea

A paisagem moderna não desaparece: torna-se cor, superfície, memória, fotografia mental, deserto, mar, céu ou espaço interior.

Método

Como foram selecionados os 100 pintores

A seleção favorece artistas para quem a paisagem é parte central da obra: montanha, mar, floresta, campo, cidade, jardim, deserto, céu ou território imaginário, os artistas foram ordenados a contar uma história legível, mais do que impor um histórico absoluto.

A regra do link permanece a mesma dos demais artigos: artistas falecidos em 1956 ou antes referem-se a uma coleção interna; artistas que morreram depois de 1956, ou que ainda estão vivos, referem-se à Wikipedia.

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Por onde começar?

Para as origens europeias da paisagem autônoma, comece com Patinir, Bruegel, Seghers, Ruisdael e Hobbema Para a luz clássica e romântica, olhe para Claude Lorrain, Turner, Constable, Friedrich, Church e Bierstadt.

Para a paisagem moderna, Monet, Pissarro, Sisley, Cézanne, Van Gogh, Hodler, Levitan, O'Keeffe, Nicolas de Staël e Hockney mostram como a natureza se torna cor, estrutura, memória e sensação.

A natureza como oficina infinita

Esses cem pintores mostram que a paisagem nunca é neutra Pode ser fiel, sonhada, dramática, científica, nacional, íntima ou quase abstrata.

Dos panoramas de Patinir aos campos de Monet, das florestas de Ruisdael aos desertos de O'Keeffe, este Top 100 conta o mesmo fascínio: olhar para o mundo exterior até descobrir uma vida interior.

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