RETÁBULO BARROCO · NATURALISMO · MODERNIDADE
Pintura portuguesa: 100 obras de Nuno Gonçalves a Paula Rego
Seis séculos de pintura portuguesa
Dos rostos reunidos em torno de São Vicente às ficções políticas de Paula Rego, a pintura portuguesa avança através de profundas transformações Retábulos renascentistas, naturezas-mortas barrocas, história romântica, luz naturalista e as vanguardas compõem uma história onde a tradição dialoga constantemente com a Europa.
Uma arte entre o Atlântico e a Europa
Do retábulo coletivo à narração pessoal
No século XV, Nuno Gonçalves deu aos painéis de São Vicente uma densidade quase retratista, Grao Vasco estendeu esta invenção aos grandes retábulos de Viseu, depois Josefa de Ôbidos fez do fruto, do vidro e da devoção uma língua barroca imediatamente reconhecível.
A pintura portuguesa une frequentemente a memória colectiva com uma experiência muito concreta de rostos, matéria e luz.
No século XIX, Sequeira, Pousao, Malhoa, Columbano, Aurélia de Sousa e António Carneiro deslocaram o foco para a história contemporânea, a vida popular e a interioridade Amadeo abre a superfície às vanguardas; Paula Rego transforma-se finalmente o conto, o poder e o corpo em histórias visuais incomparáveis.
Insira o rankingCem pinturas para compreender a arte portuguesa
Santos, príncipes, cavaleiros e pescadores formam uma comunidade onde cada rosto tem um peso singular.
#1
Painel Infantil
Em torno de São Vicente, o Infante e os dignitários formam uma assembléia silenciosa onde se pode ler a patente no lugar, a roupa e a intensidade do olhar Os volumes limpos, a concentração dos rostos e a precisão dos tecidos dão na pintura portuguesa do século XV uma presença humana excepcional.
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#2
Painel Relíquia
A relíquia apresentada no centro organiza os olhares e lembra que os seis painéis de Saint-Vincent foram concebidos como uma vasta cerimónia colectiva, A obra combina cerimónia religiosa e observação quase retrato, no momento em que a corte de Afonso V afirma a sua ambição política e marítima.
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#3
Sinal do Arcebispo
Em "Painel do Arcebispo", Nuno Gonçalves transforma um sujeito identificável numa construção pictórica onde a luz, o ritmo e a direção do olhar carregam sentido Os volumes agudos, a concentração dos rostos e a precisão os tecidos conferem à pintura portuguesa do século XV uma presença humana excepcional.
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#4
Sinal dos cavaleiros
Em "Panneau des Chevaliers", Nuno Gonçalves transforma um sujeito identificável numa construção pictórica onde a luz, o ritmo e a direção do olhar carregam sentido A obra combina cerimónia religiosa e quase observação retratada, numa altura em que a corte de Afonso V afirma a sua ambição política e marítima.
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#5
Irmãos assina
No "Panneau des Frères", Nuno Gonçalves transforma um sujeito identificável numa construção pictórica onde a luz, o ritmo e a direção dos olhares carregam o sentido Os volumes agudos, a concentração dos rostos e a precisão dos os tecidos conferem à pintura portuguesa do século XV uma presença humana excepcional.
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#6
Painel Pescadores
Os pescadores ajoelhados introduzem no ciclo rostos marcados pelo trabalho e alargam a representação para além da corte sozinha, a obra combina cerimónia religiosa e observação quase de retratos, numa altura em que a corte de Afonso V afirma a sua ambição política e marítima.
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#7
Martírio de São Vicente anexado à coluna
"Martírio de São Vicente anexado à coluna" organiza a história sagrada através de gestos, distâncias e olhares, para que o episódio permaneça imediatamente legível, mantendo uma presença humana Os volumes líquidos, o a concentração de faces e a precisão dos tecidos conferem à pintura portuguesa do século XV uma presença humana excepcional.
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#8
Retrato de Santa Joana, Princesa de Portugal
"Retrato de Santa Joana, Princesa de Portugal" centra a atenção na pose, no rosto e na relação do corpo com o espaço, sem transformar o modelo num tipo social simples A obra combina cerimónia religiosa e observação quase retratada, numa altura em que a corte de Afonso V afirma a sua ambição política e marítima.
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#9
São Teóton
"Saint Théoton" organiza a história sagrada através de gestos, distâncias e olhares, de modo que o episódio permanece imediatamente legível, mantendo uma presença humana Os volumes afiados, a concentração dos rostos e a precisão os tecidos conferem à pintura portuguesa do século XV uma presença humana excepcional.
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#10
São Vicente na cruz em saltire
"São Vicente na cruz em saltire" organiza a história sagrada através de gestos, distâncias e olhares, para que o episódio permaneça imediatamente legível mantendo uma presença humana A obra combina cerimônia religiosa e observação quase retratada, numa altura em que a corte de Afonso V afirmava a sua ambição política e marítima.
Veja esta reprodução →A narração sagrada abre-se para as arquiteturas, paisagens e objetos do mundo visível.
#11
A Anunciação de Lamego
"A Anunciação de Lamego" organiza a história sagrada através de gestos, distâncias e olhares, para que o episódio permaneça imediatamente legível mantendo uma presença humana, Grao Vasco adapta as novidades do Renascimento para a tradição do retábulo português, com figuras maciças e paisagens cuidadosamente construídas.
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#12
A Apresentação no Templo
"A Apresentação no Templo" organiza a história sagrada através de gestos, distâncias e olhares, de modo que o episódio permanece imediatamente legível, mantendo uma presença humana A narração bíblica permanece legível, mas o luz, arquitetura e objetos aproximam o evento sagrado da experiência do espectador.
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#13
Circuncisão
"Circuncisão" organiza a história sagrada através de gestos, distâncias e olhares, de modo que o episódio permanece imediatamente legível, mantendo uma presença humana Grao Vasco adapta as novidades do Renascimento ao tradição do retábulo português, com figuras maciças e paisagens cuidadosamente construídas.
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#14
A Criação dos Animais
Em "A Criação dos Animais", Grao Vasco transforma um sujeito identificável em uma construção pictórica onde a luz, o ritmo e a direção do olhar carregam significado A narração bíblica permanece legível, mas a luz, arquitetura e objetos aproximam o evento sagrado da experiência do espectador.
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#15
A Visitação de Viseu
"A Visitação de Viseu" organiza a história sagrada através de gestos, distâncias e olhares, para que o episódio permaneça imediatamente legível mantendo uma presença humana, Grao Vasco adapta as novidades do Renascimento ao tradição do retábulo português, com figuras maciças e paisagens cuidadosamente construídas.
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#16
A Adoração dos Magos
Em "A Adoração dos Magos", Grao Vasco transforma um sujeito identificável numa construção pictórica onde a luz, o ritmo e a direção dos olhos carregam o sentido A narração bíblica permanece legível, mas a luz, a arquitetura e os objetos aproximam o evento sagrado da experiência do espectador.
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#17
A Anunciação do políptico de Viseu
"A Anunciação do Políptico de Viseu" organiza a história sagrada através de gestos, distâncias e olhares, para que o episódio permaneça imediatamente legível mantendo uma presença humana Grao Vasco adapta as novidades do Renascimento à tradição do retábulo português, com figuras maciças e paisagens cuidadosamente construídas.
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#18
A Natividade do políptico de Viseu
"A Natividade do Políptico de Viseu" organiza a história sagrada através de gestos, distâncias e olhares, para que o episódio permaneça imediatamente legível, mantendo uma presença humana A narração bíblica permanece legível, mas luz, arquitetura e objetos aproximam o evento sagrado da experiência do espectador.
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#19
A Assunção da Virgem
"A Assunção da Virgem" organiza a história sagrada através de gestos, distâncias e olhares, para que o episódio permaneça imediatamente legível mantendo uma presença humana, Grao Vasco adapta as novidades do Renascimento para a tradição do retábulo português, com figuras maciças e paisagens cuidadosamente construídas.
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#20
A Crucificação
"A Crucificação" organiza a história sagrada através de gestos, distâncias e olhares, de modo que o episódio permanece imediatamente legível, mantendo uma presença humana A narração bíblica permanece legível, mas a luz, arquitetura e objetos aproximam o evento sagrado da experiência do espectador.
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#21
São Pedro
"São Pedro" organiza a história sagrada através de gestos, distâncias e olhares, para que o episódio permaneça imediatamente legível mantendo uma presença humana, Grao Vasco adapta as novidades do Renascimento à tradição do retábulo português, com figuras maciças e paisagens cuidadosamente construídas.
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#22
A Última Ceia
"A Última Ceia" organiza a história sagrada através de gestos, distâncias e olhares, de modo que o episódio permanece imediatamente legível, mantendo uma presença humana A narração bíblica permanece legível, mas a luz, a arquitetura e os objetos aproximam o evento sagrado da experiência do espectador.
Veja esta reprodução →Devoção, frutas, flores, vidros e doces são pintados com precisão tátil e luminosa.
#23
O Casamento Místico de Santa Catarina
"O Casamento Místico de Santa Catarina" organiza a história sagrada através de gestos, distâncias e olhares, para que o episódio permaneça imediatamente legível mantendo uma presença humana Josefa de Obidos dá ao barroco cor brilhante portuguesa, gosto tátil pelo detalhe e teatralidade que nunca apaga a intimidade.
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#24
Peregrino Menino Jesus
"O Menino Jesus Peregrino" organiza a história sagrada através de gestos, distâncias e olhares, para que o episódio permaneça imediatamente legível mantendo uma presença humana A precisão dos materiais - pele, vidro, frutas, flores ou tecidos - transforma a devoção e a vida diária em experiência sensorial.
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#25
O Menino Jesus Espinhoso
"O Menino Jesus com o Espinho" organiza a história sagrada através de gestos, distâncias e olhares, para que o episódio permaneça imediatamente legível mantendo uma presença humana Josefa de Obidos dá ao Barroco Português a cor brilhante, gosto pelo detalhe tátil e uma teatralidade que nunca apaga a intimidade.
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#26
A Natividade
"A Natividade" organiza a história sagrada através de gestos, distâncias e olhares, para que o episódio permaneça imediatamente legível mantendo uma presença humana A precisão dos materiais - pele, vidro, frutas, flores ou tecidos - transforma a devoção e a vida diária em experiência sensorial.
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#27
Santa Maria Madalena
"Santa Maria Madalena" organiza a história sagrada através de gestos, distâncias e olhares, para que o episódio permaneça imediatamente legível mantendo uma presença humana Josefa de Obidos dá uma cor ao Barroco Português brilhante, um gosto pelo detalhe tátil e uma teatralidade que nunca apaga a intimidade.
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#28
Natureza morta em caixas e recipientes
Em "Natureza morta com caixas e recipientes", a ordem dos objetos, suas texturas e intervalos escuros dão à mesa uma solenidade quase cerimonial A precisão dos materiais - pele, vidro, frutas, flores ou tecidos - transforma a devoção e a vida diária em experiência sensorial.
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#29
Natureza morta com caixas, vidro e vaso de cerâmica
Em "Natureza morta com caixas de cerâmica, vidro e vaso", a ordem dos objetos, suas texturas e intervalos escuros dão à mesa uma solenidade quase cerimonial Josefa de Ôbidos dá uma cor ao barroco português brilhante, um gosto pelo detalhe tátil e uma teatralidade que nunca apaga a intimidade.
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#30
Natureza morta com bolos
Em "Natureza morta com bolos", a ordem dos objetos, suas texturas e os intervalos escuros dão à mesa uma solenidade quase cerimonial A precisão dos materiais - pele, vidro, frutas, flores ou tecidos - transforma a devoção e a vida diária em experiência sensorial.
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#31
Natureza morta com frutas, vegetais e flores
Em "Natureza morta com frutas, legumes e flores", a ordem dos objetos, suas texturas e intervalos escuros dão à mesa uma solenidade quase cerimonial Josefa de Ôbidos dá uma cor ao barroco português brilhante, um gosto pelo detalhe tátil e uma teatralidade que nunca apaga a intimidade.
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#32
Natureza morta com melão e cogumelos
Em "Natureza morta com melão e cogumelos", a ordem dos objetos, suas texturas e os intervalos escuros dão à mesa uma solenidade quase cerimonial A precisão dos materiais - pele, vidro, frutas, flores ou tecidos - transforma a devoção e a vida diária em experiência sensorial.
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#33
Pentecostes
"Pentecostes" organiza a história sagrada através de gestos, distâncias e olhares, para que o episódio permaneça imediatamente legível mantendo uma presença humana Josefa de Obidos dá uma cor ao Barroco Português brilhante, um gosto pelo detalhe tátil e uma teatralidade que nunca apaga a intimidade.
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#34
A Lactação de São Bernardo
"A Lactação de São Bernardo" organiza a história sagrada através de gestos, distâncias e olhares, para que o episódio permaneça imediatamente legível mantendo uma presença humana A precisão dos materiais - pele, vidro, fruta, flores ou tecidos - transforma a devoção e a vida diária em uma experiência sensorial.
Veja esta reprodução →A narrativa religiosa vai ao encontro da ocupação francesa, da monarquia e das tensões do liberalismo.
#35
Santa Maria Madalena em penitência
"Santa Maria Madalena em penitência" organiza a história sagrada através de gestos, distâncias e olhares, para que o episódio permaneça imediatamente legível mantendo uma presença humana Sequeira fica entre o academicismo, agitação romântica e história contemporânea; sua luz dramatiza o assunto sem sacrificar a legibilidade.
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#36
Pence de César
Em "Pence de César", Domingos Sequeira transforma um sujeito identificável numa construção pictórica onde a luz, o ritmo e a direção do olhar carregam sentido O pintor transforma o episódio religioso ou político em conflito de gestos, olhares e valores, muitas vezes afetados pelas crises em Portugal.
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#37
Alegoria da fundação da Casa Pia de Belém
Em "Alegoria da fundação da Casa Pia de Belém", Domingos Sequeira transforma um sujeito identificável numa construção pictórica onde a luz, o ritmo e a direção do olhar carregam sentido Sequeira fica entre academicismo, agitação romântica e história contemporânea; sua luz dramatiza o assunto sem sacrificar a legibilidade.
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#38
O Milagre de Ourique
A visão de Cristo antes da Batalha de Ourique transforma a lenda fundadora de Afonso Henriques numa cena de revelação política e religiosa O pintor transforma o episódio religioso ou político num conflito de gestos, olhares e valores, muitas vezes afetado pelas crises em Portugal.
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#39
A Pregação de São João Batista
"A Pregação de São João Baptista" organiza a história sagrada através de gestos, distâncias e olhares, para que o episódio permaneça imediatamente legível mantendo uma presença humana Sequeira situa-se entre o academicismo, agitação romântica e história contemporânea; sua luz dramatiza o assunto sem sacrificar a legibilidade.
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#40
Os Deuses do Olimpo
Em "Os Deuses do Olimpo", Domingos Sequeira transforma um sujeito identificável numa construção pictórica onde a luz, o ritmo e a direção do olhar carregam sentido O pintor transforma o episódio religioso ou político em conflito de gestos, olhares e valores, muitas vezes afetados pelas crises em Portugal.
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#41
São Bruno em oração
"São Bruno em oração" organiza a história sagrada através de gestos, distâncias e olhares, para que o episódio permaneça imediatamente legível mantendo uma presença humana Sequeira fica entre o academicismo e a agitação romântica e história contemporânea; sua luz dramatiza o assunto sem sacrificar a legibilidade.
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#42
Retrato do rei João VI
"Retrato de D. João VI" centra a atenção na pose, no rosto e na relação do corpo com o espaço, sem transformar o modelo num simples tipo social O pintor transforma o episódio religioso ou político num conflito de gestos, de pontos de vista e valores, muitas vezes afetados pelas crises em Portugal.
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#43
Alfonso V armando João II cavaleiro
Em "Alphonse V armando João II cavaleiro", Domingos Sequeira transforma um sujeito identificável numa construção pictórica onde a luz, o ritmo e a direção do olhar carregam sentido Sequeira situa-se entre o academicismo e a agitação história romântica e contemporânea; sua luz dramatiza o assunto sem sacrificar a legibilidade.
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#44
Junot protegendo a cidade de Lisboa
Pintada durante a ocupação francesa, a cena apresenta Junot como protetor de Lisboa; esta imagem oficial retém hoje toda a ambiguidade da propaganda O pintor transforma o episódio religioso ou político num conflito gestos, olhares e valores, muitas vezes afetados pelas crises em Portugal.
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#45
Lisboa protegendo os seus habitantes
Em "Lisboa Protegendo os seus Habitantes", Domingos Sequeira transforma um sujeito identificável numa construção pictórica onde a luz, o ritmo e a direção do olhar carregam sentido Sequeira situa-se entre o academicismo e a agitação história romântica e contemporânea; sua luz dramatiza o assunto sem sacrificar a legibilidade.
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#46
Portugal à beira do colapso
Em 1820, o país personificado vacilou à beira de um precipício: a alegoria condensa as incertezas políticas que antecedem a revolução liberal O pintor transforma o episódio religioso ou político num conflito de gestos, olhares e valores, muitas vezes atravessado pelas crises de Portugal.
Veja esta reprodução →A modernidade é construída nas ruas de Capri, nas oficinas, nas praias e na vida popular portuguesa.
#47
Paisagem de Saint-Sauves
Em "Paisagem de Saint-Sauves", o clima, a luz e a construção dos planos dão ao local uma identidade mais forte do que apenas a pitoresca Pousao pintou ao ar livre com notável liberdade: paredes brancas, sombras coloridas e figuras silenciosas anunciam uma modernidade interrompida por sua morte prematura.
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#48
Velha desenrolando uma meada
"Velha desenrolando uma meada" concentra a atenção na pose, no rosto e na relação do corpo com o espaço, sem transformar o modelo em um tipo social simples O toque leve e o enquadramento simples dão ao padrão uma densidade luminosa que vai além da anedota.
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#49
Retrato de menino napolitano
"Retrato de um Menino Napolitano" centra a atenção na pose, no rosto e na relação do corpo com o espaço, sem transformar o modelo num tipo social simples Pousao pintou ao ar livre com notável liberdade: paredes brancas, sombras coloridas e figuras silenciosas anunciam uma modernidade interrompida por sua morte prematura.
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#50
Cansado
"Cansado" foca a atenção na pose, no rosto e na relação do corpo com o espaço, sem transformar o modelo num simples tipo social O toque leve e o enquadramento simples conferem ao padrão uma densidade luminosa que ultrapassa a anedota.
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#51
Casas brancas de Capri
Em "Casas Brancas de Capri", o clima, a luz e a construção dos planos dão ao local uma identidade mais forte do que apenas a pitoresca Pousao pintou ao ar livre com notável liberdade: paredes brancas, sombras coloridas e figuras silenciosas anunciam uma modernidade interrompida por sua morte prematura.
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#52
Cecília
"Cécilia" concentra a atenção na pose, no rosto e na relação do corpo com o espaço, sem transformar o modelo em um tipo social simples O toque leve e o enquadramento simples dão ao padrão uma densidade luminosa que vai além da anedota.
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#53
Esperando pelo sucesso
Em "Esperando o sucesso", Henrique Pousaïo transforma um sujeito identificável numa construção pictórica onde a luz, o ritmo e a direção do olhar carregam sentido Pousao pintou ao ar livre com notável liberdade: paredes brancos, sombras coloridas e figuras silenciosas anunciam uma modernidade interrompida por sua morte precoce.
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#54
Rua Capri
Na "Rue de Capri", o clima, a luz e a construção das plantas dão ao local uma identidade mais forte do que apenas a pitoresca O toque leve e o enquadramento simples dão ao padrão uma densidade luminosa que vai além da anedota.
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#55
A casa com venezianas azuis
Em "A Casa com Persianas Azuis", Henrique Pousao transforma um sujeito identificável numa construção pictórica onde a luz, o ritmo e a direção do olhar carregam significado Pousao pintou ao ar livre com liberdade notável: paredes brancas, sombras coloridas e figuras silenciosas anunciam uma modernidade interrompida por sua morte precoce.
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#56
O transportador de água
Em "O Transportador de Água", Henrique Pousao transforma um sujeito identificável numa construção pictórica onde a luz, o ritmo e a direção do olhar carregam sentido O toque leve e o enquadramento simples conferem ao padrão uma densidade luminosa que ultrapassa a anedota.
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#57
O Bosque das Caldas
Em "O Bosque das Caldas", o clima, a luz e a construção dos planos conferem ao local uma identidade mais forte do que apenas a pitoresca Malhoa faz do naturalismo um teatro da vida portuguesa, atento aos gestos populares, ao lazer, à música e às paisagens.
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#58
A Oficina do escultor Simoes de Almeida
"A Oficina do escultor Simoes de Almeida" faz de uma atividade familiar uma cena construída: objetos, silêncios e posições de figuras regulam sutilmente as relações sociais Luz franca e narração direta dê à cena uma presença social sem reduzi-la ao folclore.
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#59
Uma medida difícil - aula de violino
Em "Uma medida difícil - lição de violino", José Malhoa transforma um sujeito identificável numa construção pictórica onde a luz, o ritmo e a direção do olhar carregam sentido Malhoa faz do naturalismo um teatro de vida português, atento aos gestos populares, lazer, música e paisagens.
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#60
A soneca
"La Sieste" faz de uma atividade familiar uma cena construída: os objetos, silêncios e posições das figuras regulam sutilmente as relações sociais A luz franca e a narração direta dão à cena uma presença social sem reduzi-la ao folclore.
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#61
Os bêbados
Malhoa observa a embriaguez como uma cena coletiva, feita de abandono, gestos pesados e camaradagem, sem apagar a parte da crítica social Malhoa faz do naturalismo um teatro da vida portuguesa, atento aos gestos populares, ao lazer, à música e às paisagens.
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#62
O Fado
Um cantor e violonista ocupam um interior popular lisboeta; a proximidade dos corpos e a escuridão fizeram desta tela uma grande imagem do fado, A luz clara e a narração direta dão à cena uma presença social sem a reduzir ao folclore.
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#63
A Ilha dos Amores
Em "A Ilha dos Amores", José Malhoa transforma um sujeito identificável numa construção pictórica onde a luz, o ritmo e a direção do olhar carregam sentido Malhoa faz do naturalismo um teatro da vida portuguesa, atento a gestos populares, lazer, música e paisagens.
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#64
Pelo mar
Em "By the Sea", o clima, a luz e a construção dos tiros dão ao lugar uma identidade mais forte do que apenas a pitoresca A luz franca e a narração direta dão à cena uma presença social sem reduzi-la ao folclore.
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#65
As promessas
"Les Promesses" faz de uma atividade familiar uma cena construída: os objetos, silêncios e posições das figuras regulam sutilmente as relações sociais Malhoa faz do naturalismo um teatro da vida portuguesa, atento gestos populares, lazer, música e paisagens.
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#66
Praia Maçã
Em "La Plage des Pommes", o clima, a luz e a construção dos tiros dão ao lugar uma identidade mais forte do que apenas a pitoresca A luz clara e a narração direta dão à cena uma presença social sem reduzi-la ao folclore.
Veja esta reprodução →Uma geração questiona o artista, o escritor, a família e o autorretrato com uma nova intensidade psicológica.
#67
Concerto Amador
"Concerto Amador" faz de uma atividade familiar um palco construído: objetos, silêncios e posições de figuras regulam sutilmente as relações sociais Columbano constrói rostos em um escuro e envolver, deixar mãos, olhares e alguns objetos concentram a psicologia.
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#68
O Grupo Leão
Reunidos na cervejaria Leao d'Ouro, os artistas do Grupo Leão dão-se a imagem de uma geração decidida a renovar o naturalismo português, os seus retratos e cenas interiores renovam a representação de escritores, artistas e elites do final do século XIX português.
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#69
Chá das cinco
"Five Hour Tea" faz de uma atividade familiar uma cena construída: objetos, silêncios e posições de figuras regulam sutilmente as relações sociais Columbano constrói rostos em um escuro e envolver, deixar mãos, olhares e alguns objetos concentram a psicologia.
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#70
A xícara de chá
"A Taça de Chá" faz de uma atividade familiar uma cena construída: objetos, silêncios e as posições das figuras regulam sutilmente as relações sociais Seus retratos e cenas interiores renovam a representação escritores, artistas e elites portugueses do final do século XIX.
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#71
Mulher com telescópio
Em "Mulher com telescópio", Columbano Bordalo Pinheiro transforma um sujeito identificável numa construção pictórica onde a luz, o ritmo e a direção do olhar carregam sentido Columbano constrói rostos numa faixa escura e envolver, deixar as mãos, os olhares e alguns objetos concentrarem a psicologia.
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#72
Retrato de Antero de Quental
"Retrato de Antero de Quental" centra a atenção na pose, no rosto e na relação do corpo com o espaço, sem transformar o modelo num simples tipo social Os seus retratos e cenas interiores renovam a representação de escritores, artistas e elites do final do século XIX português.
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#73
Retrato de Rafael Bordalo Pinheiro
"Retrato de Rafael Bordalo Pinheiro" centra a atenção na pose, no rosto e na relação do corpo com o espaço, sem transformar o modelo num tipo social simples Columbano constrói rostos numa faixa escura e escura envolver, deixar mãos, olhares e alguns objetos concentram a psicologia.
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#74
O Drama de Inês de Castro
O assassinato de Inès de Castro, episódio central da memória portuguesa, torna-se um drama apertado onde a violência política entra no espaço íntimo, os seus retratos e cenas interiores renovam a representação de escritores, artistas e elites do final do século XIX português.
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#75
O Velho do Restelo
Em "O Velho do Restelo", Columbano Bordalo Pinheiro transforma um sujeito identificável numa construção pictórica onde a luz, o ritmo e a direção do olhar carregam sentido Columbano constrói rostos em um intervalo sombrio e envolvente, deixando mãos, olhares e alguns objetos concentrarem a psicologia.
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#76
Auto-retrato
"Autorretrato" centra a atenção na pose, no rosto e na relação do corpo com o espaço, sem transformar o modelo num simples tipo social, os seus retratos e cenas interiores renovam a representação de escritores, artistas e elites do final do século XIX português.
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#77
Auto-retrato com laço preto
De frente para o espectador, o nó preto e o enquadramento frontal recusam a idealização; o artista constrói uma imagem de autoridade em vez de um retrato de conveniência Aurélia de Sousa afirma uma visão independente: o modelo não é decorativo nem mundano, mas presente, reservado e consciente de si mesmo.
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#78
Retrato do artista
"Retrato do Artista" centra a atenção na pose, no rosto e na relação do corpo com o espaço, sem transformar o modelo num tipo social simples, o seu material sóbrio e enquadramento direto dão aos retratos e interiores uma força psicológica rara na pintura portuguesa da sua época.
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#79
Santo Antônio
"Santo António" organiza a história sagrada através de gestos, distâncias e olhares, para que o episódio se mantenha imediatamente legível mantendo uma presença humana Aurélia de Sousa afirma um olhar independente: o modelo não é nem decorativo nem mundano, mas presente, reservado e autoconsciente.
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#80
Retrato de uma jovem
"Retrato de uma Jovem" centra a atenção na pose, no rosto e na relação do corpo com o espaço, sem transformar o modelo num tipo social simples, o seu material sóbrio e enquadramento direto dão aos retratos e interiores uma força psicológica rara na pintura portuguesa da sua época.
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#81
Retrato de um menino
"Retrato de um Rapaz Jovem" centra a atenção na pose, no rosto e na relação do corpo com o espaço, sem transformar o modelo num tipo social simples Aurélia de Sousa afirma uma visão independente: o modelo não é decorativo nem mundano, mas presente, reservado e autoconsciente.
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#82
Cena familiar
Em "Cena de Família", Aurélia de Sousa transforma um sujeito identificável numa construção pictórica onde a luz, o ritmo e a direção do olhar carregam sentido, o seu material sóbrio e o seu enquadramento direto dão aos retratos e no interior, uma força psicológica rara na pintura portuguesa do seu tempo.
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#83
Figura sentada
"Figura sentada" centra a atenção na pose, no rosto e na relação do corpo com o espaço, sem transformar o modelo num tipo social simples Aurélia de Sousa afirma uma visão independente: o modelo não é decorativo nem mundano, mas presente, reservado e autoconsciente.
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#84
Na oficina
Em "Dans l'atelier", Aurélia de Sousa transforma um sujeito identificável numa construção pictórica onde a luz, o ritmo e a direcção do olhar carregam sentido O seu material sóbrio e o seu enquadramento directo dão aos retratos e interiores uma rara força psicológica na pintura portuguesa do seu tempo.
Veja esta reprodução →A interioridade simbolista precede os ritmos cubista, futurista e tipográfico de Amadeo.
#85
Vida
Este vasto tríptico simbolista liga amor, dor e esperança; figuras familiares dão uma dimensão pessoal à alegoria António Carneiro alia simbolismo, espiritualidade e observação familiar num quadro onde a cor parece reflectir um estado interior.
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#86
Rua na Bretanha
Na "Rue en Bretagne", o clima, a luz e a construção dos planos dão ao lugar uma identidade mais forte do que apenas a pitoresca O motivo concreto torna-se a meditação da memória, da vocação artística ou da passagem do tempo.
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#87
A menina do pequeno gato
"A Menina com o Gato" centra a atenção na pose, no rosto e na relação do corpo com o espaço, sem transformar o modelo num tipo social simples António Carneiro alia simbolismo, espiritualidade e observação familiar num quadro onde a cor parece refletir um estado interior.
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#88
Noturno
Em "Nocturne", António Carneiro transforma um sujeito identificável numa construção pictórica onde a luz, o ritmo e a direcção do olhar carregam sentido O motivo concreto torna-se a meditação da memória, da vocação artística ou da passagem do tempo.
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#89
Contemplação
Em "Contemplação", António Carneiro transforma um sujeito identificável numa construção pictórica onde a luz, o ritmo e a direcção do olhar carregam sentido António Carneiro conjuga simbolismo, espiritualidade e observação família numa pintura onde a cor parece refletir um estado interior.
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#90
Auto-retrato de Antonio Carneiro
"Autorretrato de António Carneiro" centra a atenção na pose, no rosto e na relação do corpo com o espaço, sem transformar o modelo num simples tipo social O motivo concreto torna-se a meditação da memória, da vocação artística ou da passagem do tempo.
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#91
O Salto de Coelho
O salto do animal é dividido em arcos e planos rápidos; o padrão torna-se uma experiência de velocidade próxima à pesquisa futurista Amadeo mistura cubismo, futurismo, signos populares e tipografia sem se estabelecer em uma única escola.
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#92
Os Galgos
Em "Os Galgos", Amadeo de Souza-Cardoso transforma um sujeito identificável numa construção pictórica onde a luz, o ritmo e a direção do olhar carregam sentidoTiros coloridos, fragmentos de objetos e ritmos simultâneos fazem a superfície é um espaço energético, totalmente europeu e, no entanto, pessoal.
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#93
Os Cavaleiros
Cavalos e cavaleiros se fragmentam em uma superfície tensa, onde a repetição do movimento conta mais do que a descrição de uma única cena Amadeo mistura cubismo, futurismo, signos populares e tipografia sem se instalar em uma única escola.
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#94
Coty
A palavra "Coty", as cores industriais e os fragmentos geométricos trazem a publicidade e a cidade moderna para a linguagem da pintura, Os tiros coloridos, os fragmentos de objetos e os ritmos simultâneos fazem da superfície um espaço energético, totalmente europeu e, no entanto, pessoal.
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#95
Entrada
A palavra "Entrada" mistura-se com discos, letras e superfícies coloridas: a imagem funciona como um cartaz, uma máquina e uma partitura simultânea Amadeo mistura cubismo, futurismo, signos populares e tipografia sem se instalar numa única escola.
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#96
Parto da Viola - Nascimento do violão
Palavras francesas e portuguesas, formas mecânicas e fragmentos de instrumentos encaixam-se numa das sínteses mais ousadas de Amadeo, Tiros coloridos, fragmentos de objetos e ritmos simultâneos fazem da superfície um espaço energético, totalmente europeu e ainda pessoal.
Veja esta reprodução →Quatro pinturas documentadas por C. A. M. Gulbenkian fazem do corpo, da memória e da autoridade enigmas visuais.
#97
O Banho Turco
Em resposta ao famoso banho de Ingres, Paula Rego mistura pintura, colagem e grafite para deslocar a tradição nua para uma imagem instável do corpo feminino, construída a partir do seu próprio ponto de vista.
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#98
Salazar vomitando a pátria
Criada sob a ditadura, esta pintura ataca Salazar com uma imaginação orgânica e grotesca Paula Rego inverte deliberadamente a fórmula esperada: a violência do poder parece contaminar o próprio corpo da pátria.
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#99
Tempo - passado e presente
Projetada após a residência de Paula Rego na Galeria Nacional, esta sala quadrada traz memórias, pinturas antigas e objetos domésticos para o mesmo espaço mental, como se as paredes preservassem várias histórias simultâneas.
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#100
O anjo
Vindo do ciclo inspirado em O Crime do Padre Amaro, a figura segura uma espada e uma esponja, sinais de castigo e compaixão, Essa ambiguidade entre vingança, proteção e perdão explica o poder emblemático da obra.
Ver o aviso da instituição →Fontes e links
Folhas alfa e coleções portuguesas
As 96 pinturas históricas utilizam suas imagens e links da Reprodução Alfa As quatro obras de Paula Rego são apresentadas para fins documentais: suas imagens abrem os avisos do Centro de Arte Moderna Gulbenkian e não são oferecidas para reprodução.
Renascimento e Barroco
Painéis de São Vicente - MNAAO edital do Museu Nacional de Arte Antiga dedicado ao ciclo de Nuno Gonçalves.Coleção Grao VascoOs retábulos e pinturas conservados no Museu Nacional Grao Vasco de Viseu.Josefa de Obidos - MNAAUm conjunto de referência para a compreensão do pintor e barroco português.Do naturalismo às vanguardas
Pintura portuguesa - Alpha ReproductionFolhas de pintura portuguesas disponíveis na loja.O Fado - José MalhoaA cena lisboeta tornou-se uma das grandes imagens do naturalismo português.Coty - Amadeo de Souza-CardosoTipografia, publicidade e geometria na vanguarda portuguesa.Perguntas frequentes
Perguntas sobre pintura portuguesa
Alguns referenciais para situar artistas, épocas e o status documental de obras contemporâneas.
Por que os sinais de São Vicente são tão importantes?
Constituem um dos picos da pintura europeia do século XV. O seu sistema reúne vários grupos sociais em torno de São Vicente e confere a cada figura uma individualidade notável, deixando em aberto a interpretação precisa de certas personagens.
O que distingue a pintura de Grao Vasco?
O Grao Vasco combina a monumentalidade do retábulo português com as novidades do Renascimento As suas figuras poderosas, arquitetura e paisagens tornam a história sagrada legível enquanto a colocam num mundo material cuidadosamente observado.
Josefa de Obidos pintou naturezas mortas?
Não. Suas naturezas-mortas são famosas por sua precisão tátil, mas ela também pintou temas religiosos, figuras de santos e imagens do Menino Jesus Em ambos os registros, a matéria e a cor carregam uma forte intensidade devocional.
Como é que o Amadeo de Souza-Cardoso se enquadra na vanguarda europeia?
Instalado entre Portugal e Paris, Amadeo dialoga com o cubismo, o futurismo e o orfismo sem se limitar a uma escola, combina geometria, cores fortes, palavras impressas e sinais populares numa linguagem imediatamente pessoal.
As obras de Paula Rego são oferecidas para reprodução?
As quatro obras de no paula rego são apresentadas unicamente para documentar a continuidade da pintura portuguesa até à contemporaneidade, as imagens e botões remetem diretamente para os avisos do centro de arte moderna gulbenkian.
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