Pintura africana

50 pintores africanos modernos e contemporâneos para conhecer

Um guia para percorrer as grandes cenas africanas modernas e contemporâneas, da Nigéria à África do Sul, de Marrocos a Moçambique, da pintura popular às abstrações globais.

A pintura africana moderna não é uma escola nem um estilo Circula entre retratos, mitos, cidades, têxteis, caligrafias, cenas populares, memória colonial, abstração e práticas transnacionais Este ranking oferece 50 nomes essenciais para descobrir uma cena imensa, onde a pintura dialoga frequentemente com o desenho, o têxtil, a parede, o arquivo e a instalação.

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Ben Enwonwu, repère de la peinture africaine moderne

Antes da grelha

Por que falar sobre pinturas africanas no plural

Do modernismo nigeriano às cenas populares congolesas, da escola de Casablanca às oficinas sul-africanas, dos artistas da diáspora às novas figuras do retrato negro, a África pictórica moderna é uma rede de casas, é construída em academias, ruas, oficinas, independência, migrações e bienais.

Alguns artistas desta lista pintam sobre tela; outros movem a pintura para têxteis, desenho, espaço público ou instalação Isso é voluntário: na arte africana contemporânea, a questão pictórica muitas vezes vai além da pintura sem perder cor, gesto, superfície e narração.

Top 1 a 10

Modernismos fundadores e cenas populares

A classificação começa com as figuras que deram à modernidade Africana seus rolamentos: retratos, sinais, cenas urbanas, diáspora e modernismos nacionais.

Classificações 11 a 20

Representação contemporânea e África Austral

Esta seção traz as principais cenas contemporâneas em diálogo com a pintura sul-africana, a abstração cartográfica e novos retratos.

Classificações 21 a 30

Têxteis, memória, Egito e Norte da África

Pintura, têxteis, bordados, letreiros e compromisso social cruzam-se aqui, de Moçambique ao Cairo, da Argélia ao Reino Unido.

Classificações 31 a 40

Motivos, espaço público e novas linguagens

Os artistas desta parte transferem a pintura para o têxtil, parede, instalação, padrão, performance e memória pós-colonial.

Classificações 41 a 50

Arquivos, sinais e práticas transnacionais

A última secção mostra uma cena africana aberta, circulando entre Casablanca, Argel, Bamako, Antananarivo, Londres, Paris e Joanesburgo.

Método

Como esses 50 artistas foram escolhidos

A seleção favorece a influência, o reconhecimento internacional, a importância em uma cena nacional ou diaspórica, a singularidade visual e a capacidade de abrir uma porta de leitura O ranking não pretende resumir todo o continente: oferece um mapa de entrada, equilibrado entre África Ocidental, África Central, África Austral, Norte da África, África Oriental e diásporas.

Os links estão para a Wikipedia.

Lendo marcadores

Por onde começar?

Para a fundação de modernismos, comece com Ben Enwonwu, Skunder Boghossian, Gerard Sekoto, Bruce Onobrakpeya, Mohamed Melehi, Inji Efflatoun ou Mohammed Khadda Para a pintura popular e urbana, Chéri Samba, Chérin, Malangatana, Viyé Diba ou George Lilanga oferecem entradas muito diretas.

Para o cenário mundial contemporâneo, Julie Mehretu, Njideka Akunyili Crosby, Amoako Boafo, Michael Armitage, Ghada Amer, Lubaina Himid, Kader Attia e Abdoulaye Konaté mostram como a pintura africana dialoga com a diáspora, a história colonial, os têxteis, o arquivo e a abstração.

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Guias, rankings e referências

Uma cena enorme, móvel e impossível de reduzir

Esses 50 artistas mostram o óbvio: A modernidade africana não é periférica Tem seus mestres, suas escolas, suas rupturas, suas histórias populares, suas abstrações e seus ícones contemporâneos.

O fio condutor é o poder da imagem: contar, reparar, celebrar, contestar, adornar, arquivar, mover Se tela, têxtil, parede ou instalação, a pintura africana contemporânea continua a ser uma grande fábrica de visões.

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